domingo, 11 de outubro de 2015

SEIS DE OUTUBRO DE DOIS MIL E QUINZE

Bizarro
Doloroso
Vergonha
Raiva
Angústia
Lágrimas
Amigos
Mais raiva
Inconformada
Triste
Desolada
Burra
Perdida
Envergonhada
Desapontada
Indignada
Torcida
Desconstruída
Ressaca de pensar
Vergonha
Ódio
Pequei
Não mereço
Mereço
Choro
Raiva
Encabulada
Como fui capaz?
É ASSIM?
Queria gritar
Medo
Compreensão
Mais raiva
Mais vergonha
Mais medo
Mais eu
Mais tudo
Mais desorientação
Desmotivação
Incapaz
Desacreditada
Cadê a minha fé?
Abaixo a prepotência
Minha arte?
Fugiu de mim,
Sem espelho
Vergonha
Raiva
Asco
Nojo
Temor
Mais ódio
Sensível
Sem forças
Cubista
Expressionista
Barroca
Moderna
Melancólica
Vergonha.
KARINA M.


sábado, 18 de julho de 2015

FAXINA

SE MINHA MENTE FOR COMO ESSES RASCUNHOS,CONFUSOS, INACABADOS, DIFUSOS, HETEROGÊNEOS, ELA ESTÁ PRECISANDO URGENTEMENTE DE UMA FAXINA. FAVOR INDICAR ALGUÉM APTO PARA TAL.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

AMIZADES

Tentando colocar no lugar as mil e uma emoções que -não sei como- cabem em mim, meu coração e minha mente estão entorpecidos e eu não encontrei nenhuma doze de café para tira-los da ressaca que logo virá.
Essas emoções misturam-se entre si, e acabam formando uma teia de aranha, quase que transparente, mas quem tem boa visão enxerga: Como é incrível viver e saber que você fez parte da vida de tanta gente, buscando no meu eu mais imaturo -aquele eu que brincava de tudo, com tudo, com todos, aquele eu que não sabia o que eram finanças nem entendia a corrupção, aquele eu que não precisava pensar em vestibular, aquele eu que estava ainda no "quando eu crescer", não este meu eu aqui, agora que se encontra no "como eu cresci"- redescubro rostos que me trazem saudade, me imagino novamente correndo, pulando, pentelhando, enfim, sendo uma criança.Depois me pego na pré-adolescência, que nem faz tanto tempo assim que passou, mas parece uma eternidade, entre ela e eu há um abismo, e depois deste abismo, neste espaço, encontram-se mais rostos, esses ainda mantenho contato, e talvez por isso a saudade e vontade de reviver as experiencias sejam tão fortes, eu tenho raiva de ter sido tão pouco perto de quem eu gostava, vergonha de ter brigado tanto, quando deveria ter agradecido pela companhia, hoje esses rostos que metodicamente encontro uma vez ao ano, me fazem bem, mas não correm, nem brincam mais, hoje, os assuntos mudaram e a vida ficou mais chata, mas não menos interessante, na verdade acho que ela só está descaçando um pouco para daqui a pouco mostrar novamente suas garras, e me colocar de volta galopando em um cavalo imaginário, ou matando as saudades, com abraços, sorrisos, e uma dose ainda maior dela mesma.


Nina Moluvi

sábado, 27 de junho de 2015

Prazeres

Prazeres 

Descobrimos a magia do teatro
Não teatro espaço
Teatro arte
Descobrimos que podemos ser vários
Em uma trajetória limitada
Onde alma desprende do corpo
no final da peregrinação. 
Gostamos de sermos nós mesmos
Na pele do outro
No olhar de mais outro
Nos sentimentos de outros mais 
Fazendo alguns outros 
aplaudirem
E a sede de som
luz
cortinas 
e coxias, 
Mesmo que sutil é o que nos torna 
massinha de modelar para o fazer arte 
doando o nosso corpo
mente
voz
e corações.
Os prazeres de quem atua
e prazeres de quem vive
são os mesmos
a única diferença
é que o ator pode senti-los mais vezes. 

Nina Moluvi

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Quer?

Quiz brincar de ser poeta, comendo canjica que sobrou da festa junina, percebi que só caberia em mim, a falta de coerência, pois ser poeta é não poetizar, é tentar ver, mostrando o jeito errado, é falar, cantando, torcer, em silêncio, ser contraditório, ou totalmente previsível. Eu quero ser poeta? Não, nem poetisa. Quero saber escrever. Quero mostrar o que sei, parecendo que sei muito quando o que na verdade sei é nem metade disso. Quero ser fantasiosa, contando a verdade e detalhando o presente no passado, cheio de gerúndios, incorreto! Quero ser jovem, no tempo passado. Quero! Só quero parar de escrever que quero, mas demostrando o querer. 
E se você quiser, apenas pare de ler. 

Nina Moluvi



terça-feira, 23 de junho de 2015

#PartiuFacu?

Nesta rotina maluca de estudos e trabalhos e apresentações, me peguei assistindo a videos pré-vestibulares, que eu autointitulei "VIDEOS AUTO-AJUDA PARA ENLOUQUECER". Eu tenho desejo muito forte de ingressar em uma universidade federal, acredito também que todo jovem deste país que se empenha nos estudos, e está cursando o ensino médio ou cursinho tenha o mesmo objetivo e ganância que eu, ou até maiores. A origem desse desejo comum a todos nós é tanto quanto duvidosa, mas creio que tudo isso tem um pezinho (ou uma perna toda) na competitividade do mundo capitalista globalizado, mas isso é discussão para outras horas.
Em um desses vídeos o professor argumentava sobre algumas técnicas que eu precisaria para expandir meu conhecimento de mundo a ponto de conseguir dissertar brilhantemente nas redações destes vestibulares.Tenho certeza de que seus argumentos eram bem fundamentados, ou sua persuasão e oratória eram esplêndidas, em partida deste fato, peguei para mim um objetivo de escrever muito mais do que estou acostumada, e é aí que este meio entra na história.
Acredito que se eu escrever para este veículo (blog) estarei fomentando a prática e habilidade que tenho ( ou vou desenvolver) para com o uso das palavras eruditas, coloquiais, formais e vulgares, de forma que me auxiliarão na composição de uma redação 'nota mil" 
Espero mesmo que me ajude, por mais que eu não receba "feedback" algum - uma vez que não divulgo, ou sequer comento sobre o Efuusus- o importante e crucial, é eu quanto escritora/aluna/estudante ser capaz de captar alguma evolução de minha parte. 
Sendo assim, prepare-se, você está prestes a ser bombardeado por palavras, textos, poemas, cartas ( por que não?). Que Deus nos abençoe.
AMÉM.

My thanks to..

Well, it really seems like i enjoy making my reader answer myself Is not this a tricky and odd fact? Oh no, i did it again ! And its all Machado´s fault! You! Dear genius! Whnever you are now , did it to me. So, thank you! Thank you Sr. Assis e Sr. Garret for not making me similar to a lonely person, but a lonely person whose got readers to talk with.

Nina Moluvi