É demasiado cômico o fato de as vezes nos sentirmos tão vazios, ao mesmo tempo que nos vemos cheios de tarefas e deveres, como uma semana que passa na velocidade mais rápida que os ponteiros do relógio são capazes de encontrar, pode se tornar chata e sem vida. Visto isso, durante a semana que passou, tentei parar para me preocupar com o que realmente importa, na verdade, parei para me perguntar, o que seria de maior relevância para a minha estadia na terra. Sem qualquer equívoco, hoje afirmo que a vida é breve, e que se nos retrairmos todas as vezes em que somos postos em prova, ou que desafios e objetivos são traçados, ou quando seu corpo pede um minuto para relaxar, estaremos perdendo uma parte da magia que é viver. É tão bom se sentir vivo, é tão bom ser, estar, respirar,querer, e mesmo assim nos contentamos com o pouco, com o rápido e com o inútil. Cheguei a conclusão de que todas as experiências devem ser degustadas como um vinho raro e doce de uma adega portuguesa.
Não deixando de fazer as tarefas do dia a dia, mas fazendo com que elas não sejam apenas tarefas, mas algo que nos faz crescer, fazer com que cada experiência com colegas, construa amizades,com família, construa amor e confiança, com mestres, júbilo, com motoristas, trajetórias, com desconhecidos, troca de informações, com inimigos, jogos de metáforas e ironias.
Quero viver plenamente, dia após dia,suavemente, felizmente, incrivelmente, incansávelmente como se fosse o último dia de minha vida todos os dias, como se todas as manhãs fossem de carnaval, como se todos os abraços fossem verdadeiros e todos os "bom dias" convites para uma xícara de chá.
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