domingo, 8 de março de 2015

TRYING

Once in the english class, i started to wonder, how many times, in my life would i use all those things that i was learning, i know that i am used to write in the wrong way, but does not it feels more comfortable?
All those synonyms that all of us were dying to learn...., when am i going to use it?I hope i could have the capacity of remembering every single word, as straightforward as it could be.
I do have my own vocabulary written down in a notebook... but most of the letters there just mingle and twist with which other that drives me crazy, i get lost, and when i realise, i did not understood anything, i suppose that I should to be fine with it, and try again later, but that is simply not who i was born to be. I hate the felling of not knowing things, and i get angry and frustrated with it, it is almost insulting!
I wish i had the gift of self-learning, and being concentrated enough to figure out this dilemma that i live.
Seems like my intelligence vary such as my humor,and that i am kind of pursued by this ghost that makes me want everything, although knowing that i am not afford to do it.

Nina Moluvi

sexta-feira, 6 de março de 2015

Do rascunho ao Effusus #EduqueUmaCriança

EDUQUE UMA CRIANÇA

Não fale alto!
Não se vista assim!
Não me dirija a palavra.
Você não pertence a mim.
Sou uma dama, então pode parar!
Com esse jeito sacana de elogiar.
AAA que coisa feia!
Quanto palavrão.
Melhor correr para a igreja,
atrás do teu perdão.
É jeitoso e cheio de si,
quero ver se sabe declamar,
ou tocar um violino.
Aceite o chá.
Não faça caretas!
Tire o cotovelo de cima da mesa!
Pode parar agora...
esse olhar não me engana!
Mostre que sabe cantar.
Ou pelo menos tocar piano!
Violão?
Pode abaixar esse ego!
Antes que acabe ferido.
Volte para brincadeiras.
Estarei bem aqui!
Entre livros e bucolismos.
De um típico dia em meu reino.
Só meu! 
Nem pense nisso!  

Nina Moluvi

CONFISSÕES DA BAILARINA

A angústia que me preenche está tomando forma, e a cada segundo parece irromper  caminhos dentro de mim, meus pés enquanto dançam procuram pela perfeição, eu PRECISO, conseguir, e não consigo, NUNCA consigo.Meus abraços se alongam o quanto podem, mas isso também não passa do mínimo necessário.Aqueles que desconhecem essa arte, a primeira vista, se encantam com o balanças, estica-puxa, do meu corpo, eu os digo: se enganam, eu não paço de uma boa imitação vendida aos lotes na rua vinte e cinco de maço, oque por um acaso me faz recordar do dia 26, deste mesmo mês, que é o dia quando me encontro dentre pensamentos perdidos, bombardeando uns aos outros, é o dia em que reflito o que sou, o que quero fazer, como quero estar, e se me contento com o que já consegui ( tendo para essa sempre a mesma resposta.: NÃO!) . MEU LIMITE PARECE SER TÃO LIMITADO, ISSO DÓI, ME FAZ PARECER IGUAL, ER ISSO EU NÃO QUERO, QUERO SER EU, MAS NA MELHOR VERSÃO POSSÍVEL, QUERO MARCAR PESSOAS, QUERO SER LEMBRADA!- passado a epifania, respiro, reflito, e continuo vivendo, batalhando contra minha pior inimiga: EU.

Nina Moluvi


MY INICIATION

The world, is full of words, languages, gestures, and it is all so natural, so beautiful. I wish i had the opportunity of knowing better every single culture across the globe, just think about  how awesome it would be to be able to talk with everyone, about everything or anything, in addition to it, i am still trying to learn the most about me and my own mother culture and language, so then, when i feel like i am ready to share with the folks around the world all my ideas and desires, i will do it,and do it  hardly well, like a bee showing up its honey to bears, and hope to never stop.
I apologise, dear reader, as i said, i am only a begginer on this business, i do not know me really  well to present me for you in another language, but i will try my best and bet all my coins on it , and i promise one day we will be talking with everyone, about everything and anything, the both of us.
 

Nina Moluvi 

Do rascunho ao Effusus #Ser-Humano

SER-HUMANO

O ser humano é uma espécie complicada, que sempre cai em contradição,
acha que tudo que faz ,
é melhor,
é bom.
Mas quanta ignorância o mundo pode aguentar...
Acredito que não o bastante.
É frustante saber que aquilo que você tanto almeja,
talvez seja o que fará outra pessoa chorar,
ou que vai fazer o mundo te julgar,
apontar dedos,
colocar apelidos,
e atribuírem adjetivos chulos.
Falo como se nunca o tivesse feito,
mas sou humana, e, em honra a este título,
simplesmente me mascaro,
cobrindo aquilo que foi ruim, com um sorriso de conveniência,
ou com algo pior.
Como tenho vergonha de fazer parte disso!
E de ter cedido um dia a hipocrisia mortalidade humana,.
Como pude ser tão tola, a ponto da maré me engolir...
Se tudo o que eu deveria ter feito era negar.
Resolvi me encaixar.
Por tanto, aqui estou eu sendo devorada  pelos monstros da caixinha que Pandora um dia abriu.

Nina Moluvi

VAMOS VIVER!

É demasiado cômico o fato de as vezes nos sentirmos tão vazios, ao mesmo tempo que nos vemos cheios de tarefas e deveres, como uma semana que passa na velocidade mais rápida que os ponteiros do relógio são capazes  de encontrar, pode se tornar chata e sem vida. Visto isso, durante a semana que passou, tentei parar para me preocupar com o que realmente importa, na verdade, parei para me perguntar, o que seria de maior relevância para a minha estadia na terra. Sem qualquer equívoco, hoje afirmo que a vida é breve, e que se nos retrairmos todas as vezes em que somos postos em prova, ou que desafios e objetivos são traçados, ou quando seu corpo pede um minuto para relaxar, estaremos perdendo uma parte da magia que é viver. É tão bom se sentir vivo, é tão bom ser, estar, respirar,querer, e mesmo assim nos contentamos com o pouco, com o rápido e com o inútil. Cheguei a conclusão de que todas as experiências devem ser degustadas como um vinho raro e doce de uma adega portuguesa. 
Não deixando de fazer as tarefas do dia a dia, mas fazendo com que elas não sejam apenas tarefas, mas algo que nos faz crescer, fazer com que cada experiência com colegas, construa amizades,com família, construa amor e confiança, com mestres, júbilo, com motoristas, trajetórias, com desconhecidos, troca de informações, com inimigos, jogos de metáforas e ironias.
Quero viver plenamente, dia após dia,suavemente, felizmente, incrivelmente, incansávelmente como se fosse o último dia de minha vida todos os dias, como se todas as manhãs fossem de carnaval, como se todos os abraços fossem verdadeiros e todos os "bom dias" convites para uma  xícara de chá.

Nina Moluvi